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Top 5: Filmes para assistir a dois (em consenso!)


Olá queridos românticos que estão na vibe do dia 12, tudo bem?

Para continuar com essa vibe, separei cinco filmes bacaninhas pra você assistir com o seu amor! Tentei separar filmes que os dois gostem, acho super chato a pessoa só pensar nela e assistir um filme que só ela goste afinal são umas 2 horas de rolo, vale a pena pensar nisso! Então não serão voltados para o romance, serão filmes interessantes, mas leves, que dê pra assistir juntinhos sem grandes sustos ou depressão!rs Então vamos lá!

Amor por Contrato

A família Jones parece ser perfeita aos olhos dos vizinhos, são lindos, tem ótima relação e possuem tudo o que todos gostariam de ter. E é exatamente pra isso que eles trabalham. Na verdade a família é só uma fachada para que eles demonstrem os produtos e façam as pessoas comprarem.

Um filme muito interessante que faz a gente repensar em como somos invejosos e desejamos tudo o que os outros têm. Vale a pena assistir, super recomendo! 


A Lenda do Tesouro Perdido

Ben esteve em busca de um tesouro que todos diziam não existir, um tesouro que foi acumulado durante anos, em suas buscas ele descobre que existe um mapa, mas para concluir essa missão ele terá que ir contra todos, enganar o FBI e roubar arquivos do governo.

Pra mim é uma cópia de Indiana Jones, só que com menos ação. Mesmo assim não deixa de ser bacana. Eu particularmente adoro filmes assim, de ação, com segredos e correria!rs


Street Fighter - A Lenda de Chun-Li

O filmes mostra a jornada de Chun-Li antes de ser a lutadora que todos conhecem.

Pra quem conhece um pouco do game Street Fighter irá se familiarizar com vários personagens do filme, e verá um pouco mais do lado humano, e não lutador e sangrento dessa linda lutadora! E se você ainda não se animou, assista pela Kristin Kreuk que está demais no papel, ela é linda, talentosa e nos mostra como uma mulher pode se defender sozinha!


Sherlock Holmes

Nessa nova linha de filmes do famoso detetive, Holmes e seu fiel companheiro Dr. Watson são convocados para combater Blackwood, um homem que pratica magia negra e sacrifica mulheres, mas no decorrer da trama se percebe que tem muito mais além disso, incluindo um tal de Moriaty, um homem tão ou até mais inteligente do que Sherlock Holmes!

História intrigante, com um Sherlock Holmes cativante e muito mais ativo do que qualquer Sherlock que já vimos antes!


Truque de Mestre

4 mágicos se juntam e formam o grupo Os Quatro Cavaleiros que dão show de magia em grandes palcos e roubam bancos simultaneamente.

Esse foi um dos últimos filmes que assisti e que mais gostei. Sem dúvidas teve uma das melhores reviravoltas que eu já vi. O final é completamente imprevisível e os atores (e que cast), os cenários e as "sacadas" dos truques são exuberantes! Vale MUITO a pena assistir!

Sei que não é o tipo de filme que eu deveria indicar para o dia dos namorados, mas pensei em fazer algo mais divertido para que os dois pudessem aproveitar, sem um ficar com a cara amarrada hehe.

E aí? Quais filmes vocês me indicam para assistir no dia dos namorados? 
Comentem e me adicionem lá no filmow!

Até a próxima!
Beijos, Claudia Hi




Você me tirou todas as páginas


Bateu uma vontade enorme de escrever sobre você. Mas escrever, oras, isso não é uma coisa tão fácil de se fazer, como amar você. Amar você é um completo desperdício. Você me tira tudo, tira todo o amor que me resta e despeja em você. Sua falta de educação é tremenda, o que custava avisar? O que custava bater? “Olá, eu cheguei para extravasar!” De certo, arrasar meu coração. Cade a permissão? Ter você é como ter aqueles momentos que queremos escrever e passamos metade do tempo rodando a Timeline do Facebook procurando sobre o que falar, no final, sempre acabando com um clichê. Você sabe que o clichê é a denominação de razão e emoção.
Ele sempre acerta.
Eu odeio você, odeio por ter se transformado no meu clichê. E como todo clichê acabou acertando, me acertando.
Você é tão obvio quanto minhas palavras, só você conseguiu enxergar linhas entre elas, geralmente são tão bagunçadas, pra que tanta proeza? Não que eu vá te odiar, mas te odeio. Desculpe se isso é infantil, se é covardia minha, se é frieza, eu não ligo. Eu só quero minha proteção. Minhas palavras já são uma completa bagunça, pra que querer bagunçar meu coração?
Eu me lembro que uma vez você me chamou de dicionário ambulante, disse que eu sempre estava procurando novas palavras, para novas frases, versos, trechos, parágrafos que - segundo você - se transformariam em paginas e que se eu persistisse, viraria um livro lindo. Não sei por que, mas fiquei vermelha, pois você estava falando sobre mim e ninguém, ninguém nunca me denominou de uma forma tão textual.
Nunca fui de me apaixonar por frases, com rimas e conotações diferentes, mas você usou um dicionário inteiro para me ter. Você roubou minhas palavras e me deixou gaga repetindo as mesmas. Frases como eu te amo simbolicamente cafonas para corações desamparados, percorriam agora o desamparo do meu coração. Ele só gritava “Eu te amo! Eu te amo!” Eu, meu caro, “Eu” foi a palavra chave para a declaração. “Eu” já não era mais sua, Eu era só um amor perdido no “Te”. Você já estava longe, contente por ouvir isso e saber que palavras podem sim construir e destruir um coração.
Foi horrível sentir você arrancando minhas páginas, deixando apenas meias palavras em frases típicas de recados para orkut. Curtas e bobas. Eu me tornei um dicionário nada claro. E você, Um gordo livro cheio de conhecimento. Que inveja!



Meu coração possui cinco pétalas.

Foto via: Flickr

É estranho como definimos nossas formas de amor… 

Meu pai, quando foi pedir minha mãe em casamento, ao invés de lhe dar uma aliança, deu-lhe uma flor. Uma rosa. Vermelha, linda, mas com muitos espinhos. No começo eu não notei, achei perfeito quando ela estava contando toda animada o começo do meu nascimento. Pensei que aquela rosa seria o simbolo do amor dos dois, e como um simbolo, nunca morreria. Mas esqueci que rosas estão aptas a murcharem. 

Vi minha mãe carregando rosas pra todo lado, não por ela ser florista, foi mais pelo apego que ela teve aquela declaração. Um dia, ela sozinha plantando nosso primeiro rosário. Perguntei por que tinha feito tudo aquilo. Ela me olhou com olhar angelical e respondeu que precisava cuidar do seu amor, que aquele simbolo era um presente de um começo. 

Certo dia, meu pai chegou bêbado em casa e arrancou todas as rosas do canteiro. Cambaleando pelos lados, arrumou suas malas às pressas e partiu, sem mais, nem menos. Minha mãe chorou por um mês e por um mês tentava plantar o que meu pai havia destruído. Ela cuidava mais das rosas do que do papai, pois achava que aquilo era o simbolo do seu amor. Estava cegamente, sendo guiada a metáforas, um amor simbólico, oras, quem colocaria sua atenção em uma planta? Seria trágico, se não fosse engraçado. 

Mamãe colocava sua atenção em uma rosa, porque o amor do papai estava na rosa. Eu nunca entendi o por que dele ter destruído todo o canteiro, mas agora eu sei. Ele precisava se desapegar, tirar as raízes do seu começo, da sua rosa. 

Eu nunca fui de chorar, quando meus pais se separam aguentei minha mãe e seus xingamentos de quase morte em meu quarto. Certo dia estava na escola e quando dei por mim, meus olhos estavam esvaziando a angustia que já enchia. Chorei. O que uma flor é capas de fazer conosco? 

Estava a caminho da psicologa quando avistei uma amiga aos prantos, tentando espantar seu choro, disse que estava apaixonada e já não aguentava mais mentiras. Ela segurou minha mão e pediu ajuda com seu olhar cristalino. Apertei e expliquei a unica coisa que tinha entendido naquela semana. 

"O amor é como uma rosa, linda, bela, chamativa, misteriosa, todos a querem, mas enxergam sua beleza sem se atendar em seus espinhos. Ao pegá-la, acabam sempre se machucando com a força e a necessidade de tirá-la. Não desviam e não possuem a calma para desviar. Acabando sempre sangrando." 

Uns definam o amor como um coração, outros, como um aglomerado de nervos ligados ao peito, já eu, sempre vou defini-lo como uma rosa.


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